Por trás das câmeras: a emoção e o envolvimento

25 de jul de 2011

às 10:00

Eu sempre fui apaixonada por fotografia. E há alguns anos passei a apreciar também a arte cinematográfica com maior ênfase.

Conversando com os profissionais que contratei pro meu casamento, a Gabi Verfe e o Cristian, da Infinite Filmes, percebi que por trás das câmeras deles não havia apenas o profissional fazendo seu trabalho friamente ou apenas cumprindo contrato. Prestei atenção e vi que a emoção também rola por ali!

Resolvi falar com os dois para saber as contribuições deles sobre este assunto: a EMOÇÃO por trás das câmeras.


A Infinite faz eventos com produção autoral, como no cinema. O Cristian contou que acaba se envolvendo emocionalmente na criação dos filmes, justamente para criar algo envolvente. “É uma honra receber a responsabilidade de contar a história deles; e é um trabalho magnífico.” – diz Cristian.



A Gabi foi minha colega de faculdade e naquela época já era visível a paixão pela fotografia que havia dentro dela. Ela conta que sempre foi emotiva e que desde que começou a trabalhar com fotografia social, a emoção sempre foi transferida para o trabalho. “Fazer o que eu escolhi e amo, e poder passar o meu amor através das lentes, clicando aquilo que é o resultado de um amor puro e sincero, é muito gratificante.”, diz.


Pedi também para que eles relatassem algum momento de emoção muito marcante e fiquei honrada de saber que o meu casamento foi marcante para os dois!

O Cristian contou que quando eu, a noiva, estava entrando na igreja, o Gustavo, o noivo, estava tão emocionado, chorando com uma dignidade tão grande que acabou sendo arrebatado pela emoção dele e quase começou a chorar junto. O Cristian disse: “tive que me concentrar para não tremer a câmera e respirei fundo. Foi um momento mágico.”
“Fotografia é emoção, costumo dizer que não basta apertar o botão. O bom fotógrafo tem que sentir, amar, se envolver e transmitir.” Gabi Verfe

Em uma colação de grau de Serviço Social, a Gabi conta que foi às lágrimas quando um dos formandos, indígena e que usava inclusive acessórios tradicionais, levantou para receber o diploma e o auditório aplaudiu de pé, envolvidos pela emoção do próprio formando. E o outra emoção marcante foi no meu casamento, quando o Gustavo pegou o microfone de surpresa e começou a cantar a música O Vento – Jota Quest pra mim.

Assim vocês podem ver que fotografia e filmagem é emoção. Não é só apertar um botão!

 

Fotos: GabiVerfe Fotografia

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3 comentários:

  1. Que lindo o post! P mim eh tudo isso mesmo! Amo o q faco!

    Beijos!

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  2. É realmente uma profissão intensa. Prova disso é minha própria equipe, formada por profissionais que vem da produção de publicidade e cinema, que viam a produção de casamentos como algo para amadores e que não oferecia um estímulo para criação.

    E hoje, todos simplesmente amam fazer parte e contar uma história de duas pessoas. O envolvimento não é opcional. É natural.

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  3. É muito gratificante ver uma matéria como esta, pois realmente, ficamos muito emocionados e gratificados em poder compartilhar um momento tão particular e importante da vida dessas pessoas. Muitas e muitas vezes me pego sorrindo durante a produção dos filmes, pois é muito difícil não se envolver. Talvez por isso o tamanho do nosso comprometimento com a qualidade do trabalho.

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